sábado, 31 de janeiro de 2009

o que é que estou aqui a fazer?!

não vos acontece por diversas vezes, em vários sítios diferentes, questionarem-se "o que é que eu estou aqui a fazer"??? para mim ultimamente tem sido uma constante e neste momento pergunto-me o que é que eu estou aqui a fazer?! porque é que estou aqui?! valerá a pena?!
gostava de ter mais certezas, de não viver com os nervos a flor da pele, sempre a questionar-me, sempre chateada comigo e com a vida!!! é muito triste neste momento não saber o que é que estou aqui a fazer e porque é que estou aqui...

P.S.- é um desabafo...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Desabafo


Preciso de partilhar isto convosco... Até porque devem ser as únicas pessoas que entendem este sentimento...


Esta dissertaçãozeca de Mestrado está a matar-me aos bocadinhos...

De certeza que quando a entregar terei:


mais

2 rugas na cara,

10 cabelos brancos,

2 ou 3 kilos devido aos pacotes de bolachas que me acompanham diariamente;


e


menos

sanidade mental,

paciência,

visão periferica (já que o meu olhar se cinge à folha de Word do meu computador).
P.S. É provável encontrarem-me numa situação semelhante à da imagem lá pra meados de Março....



quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

«A lei deve ser compreensível pelos cidadãos e adequada à sociedade em que vivemos. Infelizmente, nem sempre isso acontece. Produz-se por vezes legislação que tem em vista uma realidade que não é a nossa, que não tem em devida conta o País que somos, o País que queremos e, sobretudo, o País que podemos ser. O Direito não existe para satisfazer interesses de alguns ou para construir utopias, mas para resolver os problemas dos cidadãos. O Direito existe para ultrapassar tensões, não para as aumentar. O Direito tem de resolver os problemas reais das pessoas, ao invés de se converter, ele próprio, numa fonte de conflitos. Legislar é fazer escolhas, o que implica, não raras vezes, desagradar a alguns. Simplesmente, existe uma grande distância entre aquilo que constitui uma legítima opção política de quem está mandatado democraticamente e aquilo que representa um elemento artificial de perturbação da vida colectiva. Por isso, tenho insistido na necessidade de as leis serem produzidas em estreita articulação com aqueles que conhecem as realidades em causa, designadamente a realidade judiciária, ou seja, os operadores do Direito. A perfeição da lei não depende apenas do seu apuro técnico-jurídico, nem legislar é um exercício académico. A qualidade das leis decorre, em boa medida, do modo como as normas se adequam à sociedade em que vivemos. O tema da qualidade das normas jurídicas tem vindo a suscitar a minha crescente preocupação, na medida em que toda a lei que seja incerta, mal avaliada quanto aos seus efeitos ou portadora de normas de duvidosa constitucionalidade inquina o sistema de Justiça.»
Cavaco Silva, na abertura do ano judicial

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

minhas queridas...finalmente de volta.
depois de uns tempos muito atribulados e menos alegres, regressei:D
tenho mta coisa pra contar, e preguiça pra escrever agora..e acima de tudo falta de tempoestou no computador do instituto...a rezar pra k n entre ninguem:P
vou contando aos bocadinhos as novidades. beijos c mta saudade****

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Yes We Can

Janeiro 20, 2009 by José Saramago

Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.

Publicado em O Caderno de Saramago


Genial!!

SAUDADE

http://www.youtube.com/watch?v=2WEisS_4dN4


Para mim, vocês são esta música :)


Beijinhos enormes a todas

terça-feira, 20 de janeiro de 2009